Prêmio Microsoft Educadores Inovadores
Objetivo: Valorizar e reconhecer os melhores projetos educacionais desenvolvidos por professores brasileiros que utilizam a tecnologia para melhorar os processos de ensino e aprendizagem.
Público-alvo: Educadores de escolas particulares, de ensino técnico e de educação básica na escola pública.
Quando: As inscrições vão até 6 de agosto.
Local: Nacional.
Preço: Grátis.
Informações: aqui
http://revistaescola.abril.com.br/agenda/
quinta-feira, 21 de junho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
Amar, Educar, Respeitar: Críticas através das charges
Amar, Educar, Respeitar: Críticas através das charges: http://blogdovq.blogspot.com/2009/07/educacao-para-alem-do-ensino.html http://escolamiguelmatias.blogspot.com/2010/08/charge-da-semana_20...
ALMA DE EDUCADOR: 100 ANOS DE TECNOLOGIA
ALMA DE EDUCADOR: 100 ANOS DE TECNOLOGIA: As conquistas tecnológicas da humanidade, alcançadas ao longo dos últimos 100 anos. AVIAÇÃO CORREIO CONQUISTA DO ESPAÇO CI...
quinta-feira, 14 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Parte 01 - Esperanto é uma língua útil pra tudo
Enviado por Esperantoestas em 07/04/2009
Esperanto é uma língua útil para comunicação internacional, viagens, Internet, aprendizado intercultural, fazer novos amigos, congressos internacionais, hospedagem gratuita em países estrangeiros e muito mais.
domingo, 10 de junho de 2012
As ferramentas de avaliação em um Curso de EaD
As ferramentas de avaliação em um Curso de EaD
Nos cursos de formação de professores-tutores ofertados pela SEED, a seleção de ferramentas[1] deve ser criteriosa, pois elas podem influir no resultado do processo avaliativo.
Antes de se optar por cada uma das ferramentas, é necessário conhecê-las bem como suas possibilidades de uso. Esse conhecimento permite a escolha adequada dos instrumentos de avaliação. Desse modo, também é necessário esclarecer imprecisões da terminologia empregada no que se refere às ferramentas.
Entre elas destacamos:
- fórum: pode ser utilizado isolado ou associado a outras ferramentas em atividades dirigidas. Nele, o cursista pode expressar sua opinião. É uma ferramenta assíncrona. Sua utilização considera aspectos qualitativos e quantitativos;
- diário: permite ao cursista postar suas reflexões acerca de um tema e o relato do seu processo de aprendizagem. Possibilita a interação apenas entre cursista e professor-tutor;
- wiki: ferramenta assíncrona de escrita colaborativa. Permite edição coletiva dos documentos e atualização dinâmica[2]. É necessário estar articulada a outra ferramenta, como o fórum e o chat, para que os cursistas possam organizar suas idéias e traçar suas metas;
- chat: ferramenta de comunicação síncrona, exigindo que os participantes da discussão estejam conectados simultaneamente para que o processo de comunicação seja efetuado. Bate-papo;
- lista de discussão: ferramentas de comunicação assíncronas. Caracteriza-se pelo recebimento e envio de mensagens por e-mail;
- blog: páginas pessoais da Internet cujo mecanismo possibilita registrar e atualizar em ordem cronológica, opiniões, fatos, emoções, imagens, além de outros conteúdos que se queira disponibilizar;
- tarefa: consiste na descrição ou no enunciado de uma atividade a ser desenvolvida pelo participante, que pode ser enviada em formato digital ao servidor da plataforma e será verificada posteriormente pelo professor-tutor;
- mensagem (e-mensagem): comunicação breve que transmite informação a alguém;
- glossário: ferramenta que permite criar e atualizar uma lista de definições como em um dicionário.
Objetos de aprendizagem
Objetos de aprendizagem: conceito e estrutura – Parte 1
Pensando nos comentários que o Everton, leitor do blog, deixou tempos atrás por aqui, procurei elaborar neste post algumas dicas para quem está dando seus primeiros passos no campo da educação à distância. A intenção é dar enfoque à produção dos objetos de aprendizagem (OAs) e auxiliar aqueles que não possuem grande experiência como Designer Instrucional (DI) e que gostariam de aprender praticando.
Os objetos de aprendizagem fazem parte do grupo de recursos mais utilizados na educação à distância atualmente. Eles são um importante instrumento de ensino-aprendizagem e podem ser utilizados de diferentes formas, desde que alinhados à proposta educacional (ou projeto instrucional – PI) delineada para o curso ao qual você vai trabalhar.
O que são objetos de aprendizagem?
Um objeto de aprendizagem é, basicamente, uma unidade de conteúdo organizado e auto-contido, publicado na forma de uma mídia digital. Isso significa que o conteúdo abordado nessa unidade apresenta uma estrutura com começo, meio e fim, além de um esquema de avaliação. Outro atributo dos OAs é que sejam reutilizáveis e, por isso mesmo, devem fazer sentido por si só. O OA pode ser parte de um contexto maior, como um curso ou disciplina, ou ser uma mídia independente apresentando todo o conteúdo em um único objeto.
Objeto de aprendizagem produzido em flash. Imagem cedida por Franco Andrade.
Os OAs possuem dois aspectos principais: metodológico e técnico. Metodológico, porque é apoiado no design instrucional daquele curso, com estratégias didáticas e esquemas de avaliação; técnico, porque é produzido para ser uma mídia digital, utilizando ferramentas de autoria. Para cursos em EaD, deve ser compatível com o LMS (ou Ambiente Virtual de Aprendizagem), ou seja, deve “conversar” com a plataforma onde o curso estará alocado. O formato mais comum de publicação dos OAs é conhecido como padrão SCORM. Não vou me aprofundar nesse momento em explicações sobre o SCORM, mas certamente ouvirá bastante o termo trabalhando com EaD, pois é o padrão utilizado pela maior parte dos LMS. Esse padrão permite que o LMS registre, por exemplo, a pontuação do aluno em algum teste realizado por ele no OA.
Algumas das ferramentas de autoria mais comuns de construção dos OAs são: Flash, Captivate (ambos da Adobe) e outras com base no PowerPoint, como o Articulate. Os cursos produzidos em programas como o Articulate são conhecidos como Rapid e-Learning. Convém ressaltar que o significado de Rapid e-Learning se refere, basicamente, a cursos produzidos em programas de autoria que não requerem conhecimentos em programação. Essa forma de produção torna o processo menos custoso e mais rápido, por isso se chama Rapid e-Learning.


Pretendo, com este post, fornecer fundamentação para que você mesmo construa um objeto de aprendizagem utilizando o PowerPoint, pois todos nós temos algum conhecimento no programa e condições de utilizá-lo para desenvolver um trabalho criativo.
Comece pesquisando…
O início do seu trabalho deve ser a pesquisa. Procure conhecer mais sobre os programas citados aqui e tire suas próprias conclusões. Se você tem uma boa base de inglês, vai aproveitar as dicas do blog do Tom Kuhlmann, um dos fundados da empresa produtora do Articulate. Mesmo que utilize outros programas, há muitas dicas no blog dele e certamente será uma fonte muito proveitosa!
Objetos de aprendizagem: conceito e estrutura – Parte 2
POSTED BY GRAYCE ON DEZ 19, 2011 IN DESIGN INSTRUCIONAL, EAD, FREE TEMPLATE,POWER POINT, RECURSOS, TECNOLOGIA | 4 COMMENTS
InspiraçãoEm geral, o Designer Instrucional é responsável por construir os roteiros para a produção dos OAs. No cotidiano profissional, o DI conta com uma equipe especializada, agregando o talento de todos para gerar um resultado de qualidade. Porém, procurar entender os diferentes aspectos de seu trabalho não significa que você se tornará autossuficiente, mas que desenvolverá habilidades para dialogar com profissionais de diferentes áreas. E essa é uma competência importante para um Designer Instrucional. Por isso sugiro que exercite e procure e aprender coisas que vão além da produção do roteiro. Você pode começar vendo as dicas do post do dia 06 de janeiro, sobreplanejamento visual.
Procure inspiração no trabalho produzido por outros, veja as estratégias que utilizaram e registre para experimentar em seus testes. Na primeira parte do post indiquei o blog do Tom Khulmann, mas você pode buscar inspiração em diferentes trabalhos, como documentários, filmes, seriados, peças publicitárias.
Qual ferramenta utilizar? 
Depois de buscar inspiração e referências é hora de começar a organizar seu projeto de teste. Um objeto produzido em Flash, por exemplo, precisa de alguém como habilidade técnica para desenvolvê-lo. Vale a pena ser utilizado para animações mais complexas e é indicado quando se tem o apoio de um especialista.

Depois de buscar inspiração e referências é hora de começar a organizar seu projeto de teste. Um objeto produzido em Flash, por exemplo, precisa de alguém como habilidade técnica para desenvolvê-lo. Vale a pena ser utilizado para animações mais complexas e é indicado quando se tem o apoio de um especialista.
Já o Captivate é um programa voltado à criação de tutoriais e simulações de sistemas de software. Vale ressaltar que nas últimas versões, a Adobe tem investido no Captivate como programa de autoria para cursos em e-Learning. A ferramenta está mais abrangente e acessível para não-especialistas. Porém, se você está iniciando agora, eu recomendaria a utilização de programas baseados no PowerPoint, porque as possibilidades de criação são maiores e é mais fácil de manuseá-lo. Se quiser testar o Captivate, utilize o 5.5 da suíte e-Learning da Adobe, o programa evoluiu e apresenta vantagens em relação às versões anteriores.
Como sugeri na primeira parte do post, o Articulate é utilizado junto com o PowerPoint e é uma ótima ferramenta para quem está iniciando. Utilize a versão free trial por 30 dias disponível para baixar no site do Articulate. Instale e teste! Na comunidade do Articulate você encontrará bastante informação de outros usuários e terá suporte.
Experimente, faça você mesmo!O próximo passo é se arriscar e usar a criatividade. Selecione um conteúdo de seu interesse, algo em torno de duas páginas para que não se perca no volume de informações, e analise-o pensando na melhor forma de explicá-lo a um leigo. Anote suas idéias, faça um roteiro com introdução e objetivos, demonstrando ao aluno o que ele terá oportunidade de aprender naquela aula ou unidade, elabore estratégias para apresentar o assunto de forma didática. Faça o desenvolvimento utilizando imagens, vídeos e o que achar importante para auxiliar o aluno a compreender. Não se esqueça de realizar um teste ou uma atividade reflexiva durante a aula e/ou ao final e encerre sua aula/unidade.
Para ajudá-lo, criei um template no PowerPoint. Use sua criatividade e modifique-o como quiser.
Lembre-se que é apenas uma sugestão, existem inúmeras formas de se produzir um Objeto de Aprendizagem e muitos formatos. Falarei disto mais para frente, por enquanto gostaria de ajudar aqueles que estão iniciando e querem se aventurar.
Se quiser compartilhar os resultados, me envie! Disponibilizo aqui no blog para motivarmos outras pessoas.
Espero que este post tenha sido útil e que aproveitem as dicas!
Espero que este post tenha sido útil e que aproveitem as dicas!
Abraços,
Grayce
Grayce
Papel da avaliação em EaD
Papel da avaliação em EaD
A avaliação em EaD tem papel central. Ocorrem, em geral, na educação presencial, momentos de aprendizagem separados dos momentos de avaliação. Há momentos específicos pare se realizar avaliação. No caso estou me referindo especialmente à prova, como forma de avaliação (há também os trabalhos para casa, que normalmente possuem peso menor que as provas). Entretanto, concordo com Luckesi quando ressalta que há grande diferença entre exame e avaliação. O que é exame? Exame observa que naquele momento o estudante soube responder a algumas questões e outras não; apenas isso. E o que é avaliação? Avaliação é um instrumento para avaliar algo, investigar os processos pelo qual está passando e, principalmente, se está no caminho para atingir determinada finalidade. A avaliação é o instrumento de retro-alimentação do processo de ensino-aprendizagem. Serve para observar em que ponto da caminhada o sujeito se encontra e qual a orientação necessária para atingir as finalidades educativas propostas. Esse é o objetivo da avaliação. A avaliação, nesse sentido, está a favor da aprendizagem. O exame, em oposição, classifica e diferencia os que tiveram mais acertos dos que tiveram menos acertos, não objetiva a aprendizagem*.

Na EaD a avaliação acaba assumindo um papel essencial e conectada aos momentos de aprendizagem. A própria modalidade exige uma constância na participação dos estudantes, momentos que são registrados e compartilhados, permitindo a possibilidade de observação mais atenta ao aprendizado do aluno. Em uma atividade que propõe o debate de um tema realizado por meio de fórum, por exemplo, terá por princípio o compartilhar de idéias, tudo mediado pelo professor/tutor e registrado por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Essa possibilidade permite uma constante avaliação de como os estudantes estão interpretando conceitos e como os significam. Além, claro, de promover a autonomia e o compartilhamento de idéias. Na EaD (na EaD comprometida com o aprendizado do aluno) a avaliação processual/diagnóstica mescla-se com os momentos de aprendizagem em que o aluno desenvolve na escrita suas reflexões e as registra no AVA, permitindo que o professor acompanhe seus passos.
Há outras interfaces interessantes que auxiliam estudantes e professores, como no caso do diário de bordo, webfólio, blogs, wikis, entre outros. O importante é que sejam utilizadas como fonte de construção do conhecimento e da autonomia ao mesmo tempo em que permitem avaliação e auto-avaliação.
* Quem se interessar, pode ler textos sobre avaliação no site do Cipriano Luckesi em:http://www.luckesi.com.br/
sábado, 9 de junho de 2012
http://www.educacaoadistancia.blog.br/manual-de-ferramentas-da-web-20-ead/
Manual de ferramentas da Web 2.0 – EAD
O Ministério de Educação de Portugal lançou o “Manual de ferramentas da Web 2.0 para professores”, inclusive em formato digital, editado em parceria com a Direção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular do Encontro sobre Web 2.0., realizado em 10 de Outubro. Esse manual foi organizado pela professora Ana Amélia A. Carvalho, da Universidade do Minho, além de conta com a participação de outros professores e investigadores, dos ensinos básico, secundário e superior, com experiência de utilização das várias ferramentas em contexto de aprendizagem e também na formação de professores.
Veja e Copie! Tem muito a acrescentar em nossos cursos a distância.
240 páginas – 11,72 MB – PDF – Para copiar GRATUITAMENTE CLIQUE AQUI
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