terça-feira, 29 de maio de 2012

18° CIAED Congresso Internacional ABED de Educação a Distância


CHAMADA DE TRABALHOS
18° CIAED Congresso Internacional ABED de Educação a Distância
“Histórias, Analíticas e Pensamento “Aberto” – Guias para o Futuro da EAD”
São Luís - Maranhão
23 a 26 de setembro de 2012
Excepcionalmente no ano de 2012 a exigência de que todos os autores dos trabalhos científicos devam ser associados a ABED com o pagamento da anuidade em dia será suspensa. Para o ano de 2013 está exigência será reavaliada.

 
Realização
Co-Realização
 
 
 
1. O Congresso1.1. O 18° CIAED Congresso Internacional ABED de Educação a Distância “Histórias, Analíticas e Pensamento “Aberto” - Guias para o Futuro da EAD” será realizado em São Luís - Maranhão, nas dependências da UFMA - Universidade Federal do Maranhão abrindo espaço para que pesquisadores, educadores e dirigentes organizacionais possam apresentar seus Trabalhos Científicos baseados em investigação científica; apresentar relatos de Experiências Inovadoras; participar de mesas-redondas com especialistas do Brasil e de outros países; realizar palestras; inserir-se em grupos de trabalho de diferentes linhas de atuação; e estabelecer contatos profissionais.

2. Os trabalhosOs trabalhos submetidos para apresentação no Congresso podem pertencer a duas classes: Trabalho Científico (TC) e Relato de Experiência inovadora (RE).

2.1. Os Trabalhos Científicos (TCs) submetidos para serem apresentados em Sessões Paralelas no 18º CIAED passam por um rigoroso processo de julgamento, do tipo blind review by peers (julgamento cego por pares), no qual a identidade e a afiliação institucional do autor são elementos não fornecidos àqueles que o avaliam. A avaliação será realizada por uma Comissão Técnica composta pelos membros do Conselho Científico da ABED e de outros doutores com reconhecida atuação na área. Cada Trabalho será avaliado por ao menos três revisores, membros da Comissão Técnica do Congresso. O resultado final da avaliação de cada submissão, que corresponde à média das avaliações dos revisores, será o indicador decisório para a aceitação de trabalhos científicos para apresentação nas sessões paralelas do congresso. Em função do resultado final da avaliação alguns trabalhos poderão ser direcionados para apresentação em Sessão de Pôsteres.

2.2. Os Relatos de Experiência Inovadora (RE) correspondem à descrição e análise de realizações nos diferentes tipos de categorias, identificadas a seguir, que apresentem aderência ao tema do Congresso e apresentem algum aspecto inovador. Os REs serão submetidos ao mesmo processo de avaliação descrito no item 2.1, respeitando-se as características de cada classe. Relatos de Experiências Inovadoras poderão ser aceitos tanto para apresentação nas sessões paralelas do Congresso como para apresentação no formato de pôster.

2.3 Cada Trabalho submetido deverá ser identificado de acordo com os itens: Categoria, Setor Educacional, Classificação das Áreas de Pesquisa em EAD, Natureza e Classe.

2.3.1. - Categoria
A - Estratégias e Políticas
B - Conteúdos e Habilidades
C - Métodos e Tecnologias
D - Suporte e Serviços
E - Gerenciamento e Logística
F - Pesquisa e Avaliação

2.3.2. - Setor Educacional
1 - Educação Básica (anteriormente - Educação Fundamental)
2 - Educação Média e Tecnológica
3 - Educação Universitária
4 - Educação Corporativa
5 - Educação Continuada em Geral

2.3.3. -Classificação das Áreas de Pesquisa em EAD (Zawacki-Richer 2009)
Nível Macro – Sistemas e Teorias de EAD
A. Acesso, Equidade e Ética
B. Globalização da Educação e Aspectos Culturais Transfronteiros
C. Sistemas e Instituições de EAD
D. Teorias e Modelos
E. Métodos de Pesquisa em EAD e Transferência de Conhecimento

Nível Meso – Gerenciamento, Organização e Tecnologia
F. Gerenciamento e Organização
G. Custos e Benefícios
H. Tecnologia Educacional
I. Inovação e Mudança
J. Desenvolvimento Profissional e Apoio ao Corpo Docente
K. Serviços de Apoio ao Estudante
L. Formas de Assegurar a Qualidade

Nível Micro - Ensino e Aprendizagem em EAD
M. Design Instrucional
N. Interação e Comunicação em Comunidades de Aprendizagem
O. Características de Aprendizes

2.3.4. - Natureza do Trabalho
A - Relatório de Pesquisa
B - Descrição de Projeto em Andamento
C - Modelos de Planejamento

2.3.5. - Classe
1 - Investigação Científica
2 - Experiência Inovadora

2.4. No final do processo de julgamento, o Conselho poderá tomar as seguintes decisões sobre o trabalho:
2.4.1. Significância suficiente para merecer apresentação em Sessão Paralela;
2.4.2. Direcionado para apresentação de Pôster;
2.4.3. Devolvido ao autor para modificações após as quais poderia ser apresentado em Sessão Paralela;
2.4.4. Recusado diretamente por não mostrar as qualidades científicas necessárias para um evento desta natureza.

3. Submissão dos Trabalhos3.1. A submissão dos Trabalhos será feita única e exclusivamente através de ferramenta: http://www.abed.org.br/congresso2012/enviartrabalhos.htm

Nota importante: o nome do orientador de teses e dissertações não deve aparecer como co-autor de Trabalho Científico, podendo receber o devido reconhecimento em nota de rodapé.
3.2. Parte do processo de envio do trabalho na ferramenta é a obrigatoriedade de assinalar a concordância ou não com o termo de compromisso de apresentação previamente descrito abaixo:
“Comprometo-me, caso meu trabalho seja aprovado pela Comissão Científica do 18º Congresso Internacional ABED de Educação a Distância, a comparecer ou nomear um representante para sua apresentação, no dia e hora previamente comunicados, e autorizo sua publicação no site da Associação. Estou ciente da condição de que os autores do trabalho devem ser associados, com os pagamentos das anuidades em dia.”
3.3. Logo após a submissão do trabalho, uma mensagem automática será enviada para o endereço eletrônico da pessoa que realizou a submissão, confirmando este procedimento.
3.4. Simultaneamente, o título do trabalho e a data de submissão serão publicados no site do evento.
Nota importante: O recebimento da mensagem automática (item 3.3) e a publicação no site do título do Trabalho submetido não significam de forma alguma a aprovação do mesmo para apresentação no evento.

4. Publicação dos Trabalhos4.1. Os Trabalhos aprovados serão publicados eletronicamente nos Anais do congresso no site da ABED. Trabalhos aprovados que não forem apresentados por seus responsáveis ou representantes no dia e horário definido na programação do Congresso, serão retirados dos anais e em seu lugar será publicada uma nota explicativa a respeito, com a respectiva identificação dos responsáveis, ficando seus autores impossibilitados de submeter Trabalhos Científicos para os eventos da ABED pelo período de 2 (dois) anos.

4.2. Os Trabalhos serão publicados eletronicamente em dois idiomas: Português e Inglês. Caberá ao autor ou autores do trabalho aprovado, produzir a versão em inglês do trabalho para a publicação no site do evento. O trabalho deverá ser enviado para papers@abed.org.br até o dia 27 de julho de 2012.

4.3. Dúvidas pelo endereço papers@abed.org.br ou pelo telefone 55 11 3275.3561

4.4. Estarão disponíveis para a apresentação dos Trabalhos durante o evento, um computador com sistema operacional básico: Windows XP 2003 com Power Point, Datashow e acesso à Internet.

5. Normas de Padronização5.1. Os Trabalhos não devem exceder a dez laudas e devem obedecer as novas normas ortográficas da língua portuguesa.
5.2. A página deverá ser configurada em papel A4, utilizando os seguintes parâmetros: margem superior 2,5 cm; inferior 2,5 cm; lateral esquerda 3,5 cm; lateral direita 2,5 cm.
5.3. Devem ser redigidos em Word (extensão .doc (97 - 2003), Acrobat (extensão .pdf sem bloqueio), Rich Text/ Write (extensão .rtf) ou Writer (extensão .odt), com texto na fonte Arial, corpo 12, usando apenas uma das faces do papel, com entrelinhas de 1,5 alinhado à esquerda, recuo para parágrafo de 1,5 e com inserção do número da página no lado direito superior.

5.4. A estrutura da primeira página é a seguinte:
5.4.1. - Título centralizado, usando letra maiúscula com corpo 16 e em negrito. Palavras estrangeiras deverão ser grafadas em itálico.
5.4.2. - Após o espaço de duas linhas, identificar: o local e a data de envio do Trabalho (mm/aaaa).
5.4.3. - Após o espaço de três linhas, colocar o nome do primeiro autor em corpo 12 centralizado.
5.4.4. - Em seguida (ao lado no nome do autor e separado por um hífen), colocar o nome da instituição a que estiver ligado e o endereço eletrônico (e-mail), usando letra corpo 10.
5.4.5. - Fazer o mesmo para os demais autores, deixando uma linha em branco entre cada um deles.
5.4.6. - Após o espaço de uma linha, identificar o Trabalho em um dos Setores Educacionais descritos no item 2.3.1.
5.4.7. - Após o espaço de uma linha, identificar o Trabalho em cada um dos itens da Classificação das Áreas de Pesquisa em EaD indicados no item 2.3.2.
5.4.8. - Após o espaço de uma linha, identificar o Trabalho de acordo com a sua Natureza, indicada no item 2.3.3.
5.4.9. - Após o espaço de uma linha, identificar o Trabalho de acordo com a sua Classe, indicada no item 2.3.4.
5.5. Após o espaço de uma linha, colocar o título "RESUMO" em português com fonte Arial, corpo 12 centralizado em negrito e abaixo o texto do resumo em português, Arial 12 itálico justificado, espaço simples com no máximo 200 palavras. Após o espaço de uma linha, as palavras-chave em Arial 12 negrito separadas por ponto e vírgula.
5.6. Após o resumo, deixar espaço de três linhas e iniciar o texto do trabalho, preferencialmente insira uma quebra de página.
5.6.1  - O texto deve seguir as orientações do item 5.3: fonte Arial, corpo 12, usando apenas uma das faces do papel, com entrelinhas de 1,5 alinhado à esquerda, recuo para parágrafo de 1,5 e com inserção do número da página no lado direito superior.
5.7. Colocar as referências bibliográficas e quaisquer anexos no final do texto.
5.8. As notas de rodapé, sendo indispensáveis, devem ser colocadas no final do Trabalho, antes das referências bibliográficas.
5.8.1. Os títulos das seções internas devem estar em negrito e alinhados a esquerda.
5.9. Os subtítulos devem ter recuo para parágrafo de 1,5 em relação aos títulos.
5.10. As figuras e tabelas devem ter legendas.

Nota importante: Trabalhos sem e-mail e telefone de todos os autores inseridos na ferramenta de submissão não serão aceitos.

6. Idiomas do Congresso
Português
6.1. Outras línguas, em Sessões Plenárias ou Mini-Cursos, normalmente recebem tradução simultânea para o português.

7. Cronograma
- Período para encaminhamento dos trabalhos: 28 de novembro de 2011 a 15 de maio de 2012 [data prorrogada]
- Período de avaliação dos trabalhos: 1° de maio a 25 de maio de 2012;
- Divulgação dos resultados no site e comunicação - 30 de maio de 2012;
- Envio da versão para o inglês do Tc aprovado - 27 de julho de 2012;
- Notificações de aceitação serão enviadas pelo sistema automaticamente;
- Apresentação no 18° CIAED de 23 a 26 de setembro de 2012.
 
8. Informações Complementares
Sede da ABED:
Rua Vergueiro, 875 12° andar
CEP 01504-001 - São Paulo - SP
Telefone: 11 3275.3561 - Fax: 11 3275.3724
E-mails
Trabalhos Científicos: papers@abed.org.br
Informações sobre o evento: congresso@abed.org.br
Página da ABED: www2.abed.org.br
Página do evento: www.abed.org.br/congresso2012
Veja exemplo de TC, clicando aqui!



O Congresso ticEDUCA 2012

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http://www.ie.ul.pt/portal/page?_pageid=406%2C1515315&_dad=portal&_schema=PORTAL
Contexto e objetivos

O contexto nacional e internacional de crise financeira generalizada e a necessidade de repensar as instituições educativas face às mudanças paradigmáticas, quer no que respeita à empregabilidade dos jovens quer à sustentabilidade das instituições, torna premente a criação de oportunidades de reflexão acerca da educação e das tecnologias.

Os processos de inovação em meios educativos, através da naturalização do uso das tecnologias, constituem um dos motores da transformação das instituições e dos espaços em que a educação se desenvolve.

Importa perceber, através da partilha da investigação neste domínio, o que têm sido e o que podem ser os contributos das tecnologias para o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens quer em âmbito escolar quer em outros contextos não reconhecidos tradicionalmente como educativos.

Assumindo a relevância da reflexão e do pensamento estratégico no que respeita aos contributos das tecnologias para o desenvolvimento da educação numa visão prospetiva do desenvolvimento social, o II Congresso Internacional TIC e Educação – ticEDUCA 2012 – adopta o tema Em direção à educação 2.0 e apresenta como principais objetivos:

- Analisar práticas de inovação educativa com as tecnologias desenvolvidas em contextos formais e não formais;
- Divulgar resultados da investigação no domínio da utilização das tecnologias na educação numa perspetiva de construção de novos problemas e novas linhas de investigação e desenvolvimento;
- Contribuir para a identificação de domínios e áreas prioritárias de intervenção e de investigação como contributo para o desenvolvimento de agendas de ação com vista à renovação das perspectivas sobre as tecnologias na educação.
 

Público-alvo

O Congresso ticEDUCA 2012 constitui um fórum de análise destinado a todos os profissionais de educação, educadores, professores, formadores e investigadores quer de instituições de educação e formação quer ligados a setores de educação de instituições de outra natureza, e estudantes de licenciatura, mestrado e doutoramento.

Submissão
Textos de propostas de comunicações, posters e simpósios - até 23 junho 2012
Mais Informações | ticeduca.ie.ul.pt
Data | 30 novembro a 2 de dezembro 2012
Local | IEUL
logo IE

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Como usar as redes sociais a favor da aprendizagem


Como usar as redes sociais a favor da aprendizagem

Conheça a melhor forma de se relacionar com a turma nas redes sociais e saiba como o Facebook, o Orkut ou o Twitter podem ser aliados do processo de aprendizagem

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Veja na Sala de Aula
Você sabe quantos de seus alunos possuem perfis no Orkut, noFacebook ou no Google +? Já experimentou fazer uso dessas redes sociais para disponibilizar materiais de apoio ou promover discussões online?
Cada vez mais cedo, as redes sociais passam a fazer parte do cotidiano dos alunos e essa é uma realidade imutável. Mais do que entreter, as redes podem se tornar ferramentas de interação valiosas para auxiliar no seu trabalho em sala de aula, desde que bem utilizadas. "O contato com os estudantes na internet ajuda o professor a conhecê-los melhor", afirma Betina von Staa, pesquisadora da divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática. "Quando o professor sabe quais são os interesses dos jovens para os quais dá aulas, ele prepara aulas mais focadas e interessantes, que facilitam a aprendizagem", diz.

Se você optou por se relacionar com os alunos nas redes, já deve ter esbarrado em uma questão delicada: qual o limite da interação? O professor deve ou não criar um perfil profissional para se comunicar com os alunos? "Essa separação não existe no mundo real, o professor não deixa de ser professor fora de sala, por isso, não faz sentido ele ter dois perfis (um profissional e outro pessoal)", afirma Betina. "Os alunos querem ver os professores como eles são nas redes sociais".

Mas, é evidente que em uma rede social o professor não pode agir como se estivesse em um grupo de amigos íntimos. "O que não se pode perder de vista é o fato de que, nas redes sociais, o professor está se expondo para o mundo", afirma Maiko Spiess, sociólogo e pesquisador do Grupo de Estudos Sociais da Ciência e da Tecnologia, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Ele tem que se dar conta de que está em um espaço público frequentado por seus alunos". Por isso, no mundo virtual, os professores precisam continuar dando bons exemplos e devem se policiar para não comprometerem suas imagens perante os alunos. Os cuidados são de naturezas diversas, desde não cometer erros de ortografia até não colocar fotos comprometedoras nos álbuns. "O mais importante é fazer com que os professores se lembrem de que não existe tecnologia impermeável, mas comportamentos adequados nas redes", destaca Betina von Staa.

A seguir, listamos cinco formas de usar as redes sociais como aliada da aprendizagem e alguns cuidados a serem tomados:

1. Faça a mediação de grupos de estudo
Convidar os alunos de séries diferentes para participarem de grupos de estudo nas redes - separados por turma ou por escolas em que você dá aulas -, pode ajudá-lo a diagnosticar as dúvidas e os assuntos de interesse dos estudantes que podem ser trabalhados em sala de aula, de acordo com os conteúdos curriculares já planejados para cada série.
Os grupos no Facebook ou as comunidades do Orkut podem ser concebidos como espaços de troca de informações entre professor e estudantes, mas lembre-se: você é o mediador das discussões propostas e tem o papel de orientar os alunos.
Todos os participantes do grupo podem fazer uso do espaço para indicar links interessantes ou páginas de instituições que podem ajudar em seus estudos. "A colaboração entre os alunos proporciona o aprendizado fora de sala de aula e contribui para a construção conjunta do conhecimento" explica Spiess.

2. Disponibilize conteúdos extras para os alunos

As redes sociais são bons espaços para compartilhar com os alunos materiais multimídia, notícias de jornais e revistas, vídeos, músicas, trechos de filmes ou de peças de teatro que envolvam assuntos trabalhados em sala, de maneira complementar. "Os alunos passam muitas horas nas redes sociais, por isso, é mais fácil eles pararem para ver conteúdos compartilhados pelo professor no ambiente virtual", diz Spiess.
Esses recursos de apoio podem ser disponibilizados para os alunos nos grupos ou nos perfis sociais, mas não devem estar disponíveis apenas no Facebook ou no Orkut, porque alguns estudantes podem não fazer parte de nenhuma dessas redes. Para compartilhar materiais de apoio e exercícios sobre os conteúdos trabalhados em sala, é melhor utilizar espaços virtuais mais adequados, como a intranet da escola, o blog da turma ou do próprio professor.

3. Promova discussões e compartilhe bons exemplos
Aproveitar o tempo que os alunos passam na internet para promover debates interessantes sobre temas do cotidiano ajuda os alunos a desenvolverem o senso crítico e incentiva os mais tímidos a manifestarem suas opiniões. Instigue os estudantes a se manifestarem, propondo perguntas com base em notícias vistas nas redes, por exemplo. Essa pode ser uma boa forma de mantê-los em dia com as atualidades, sempre cobradas nos vestibulares.

4. Elabore um calendário de eventos
No Facebook, por meio de ferramentas como "Meu Calendário" e "Eventos", você pode recomendar à sua turma uma visita a uma exposição, a ida a uma peça de teatro ou ao cinema. Esses calendários das redes sociais também são utilizados para lembrar os alunos sobre as entregas de trabalhos e datas de avalições. Porém, vale lembrar: eles não podem ser a única fonte de informação sobre os eventos que acontecem na escola, em dias letivos.

5. Organize um chat para tirar dúvidas 
Com alguns dias de antecedência, combine um horário com os alunos para tirar dúvidas sobre os conteúdos ministrados em sala de aula. Você pode usar os chats do Facebook, do Google Talk, doMSN ou até mesmo organizar uma Twitcam para conversar com a turma - mas essa não pode ser a única forma de auxiliá-los nas questões que ainda não compreenderam.
A grande vantagem de fazer um chat para tirar dúvidas online é a facilidade de reunir os alunos em um mesmo lugar sem que haja a necessidade do deslocamento físico. "Assim que o tira dúvidas acaba, os alunos já podem voltar a estudar o conteúdo que estava sendo trabalhado", explica Spiess.

Cuidados a serem tomados nas redes
- Estabeleça previamente as regras do jogo
Nos grupos abertos na internet, não se costuma publicar um documento oficial com regras a serem seguidas pelos participantes. Este "código de conduta" geralmente é colocado na descrição dos próprios grupos. "Conforme as interações forem acontecendo, as regras podem ser alteradas", diz Spiess. "Além disso, começam a surgir lideranças dentro dos próprios grupos, que colaboram com os professores na gestão das comunidades". Com o tempo, os próprios usuários vão condenar os comportamentos que considerarem inadequados, como alunos que fazem comentários que não são relativos ao que está sendo discutidos ou spams.

- Não exclua os alunos que estão fora das redes sociais
Os conteúdos obrigatórios - como os exercícios que serão trabalhados em sala e alguns textos da bibliografia da disciplina - não podem estar apenas nas redes sociais (até mesmo porque legalmente, apenas pessoas com mais de 18 anos podem ter perfis na maioria das redes). "Os alunos que passam muito tempo conectados podem se utilizar desse álibi para convencer seus pais de que estão nas redes sociais porque seu professor pediu", alerta Betina.
A mesma regra vale para as aulas de reforço. A melhor solução para esses casos é o professor fazer um blog e disponibilizar os materiais didáticos nele ou ainda publicá-los na intranet da escola para os alunos conseguirem acessar o conteúdo recomendado por meio de uma fonte oficial.
Com relação aos pais, vale comunicá-los sobre a ação nas redes sociais durante as reuniões e apresentar o tipo de interação proposta com a turma.
Quer saber mais?
Facebook for Educators (em inglês) - manual elaborado pelos profissionais do Facebook para auxiliar professores a usar as redes sociais
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WEB PARA EDUCADORES: 100 ferramentas de Wiki

WEB PARA EDUCADORES: 100 ferramentas de Wiki: Os wikis estão entre os ícones mais expressivos e bem sucedidos da chamada web 2.0. Não seria exagero afirmar que grande parte desse sucesso...

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domingo, 20 de maio de 2012

CURSO DOCES FINOS PARA TODAS AS OCASIÕES MESA DE FECHAMENTO I



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Número de módulos: 
77

Carga Horária em Vídeo-Aulas: 19h-15 min
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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Governador Cid Gomes inaugura Universidade do Trabalho Digital nesta quinta-feira (17)


O Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece) oferece à população mais um equipamento voltado para melhorar a qualificação profissional em áreas estratégicas para o desenvolvimento sustentável do Estado: a Universidade do Trabalho Digital (UTD). A solenidade de inauguração será nesta quinta-feira (17), às 9h30min, com a presença do governador Cid Gomes e do secretário da Secitece, René Barreira.

Funcionando no prédio do Cine São Luiz, em frente a Praça do Ferreira, no Centro da Fortaleza, a UTD oferecerá formação profissional gratuita na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) em níveis básico e avançado. Para a implantação do empreendimento foram investidos R$ 3.124.546,01. A UTD poderá capacitar até 1.524 pessoas em um ano. O objetivo é facilitar a transição entre a escola e o trabalho, assegurando os direitos de acesso à educação e ao mercado de trabalho, para os jovens em situação de risco e apoiar ideias geradoras de inovações e geração de renda.

Para o secretário René Barreira, a criação da UTD é um marco no Sistema de C&T e Educação Superior, Técnica e Profissional do Estado, tendo importância estratégica para a área de Tecnologia da Informação (TI). “Enfrentamos no Ceará um grande desafio: qualificar e capacitar mão-de-obra em todos os níveis, tanto para os projetos estruturantes – refinaria e siderúrgica – como também para o agronegócio, cultura, comércio e serviços”.

O curso de Iniciação Digital irá capacitar os participantes em Software Livre, contemplando os conteúdos básicos do sistema operacional Linux, do aplicativo BrOffice e Internet. Os alunos também receberão formação em Empreendedorismo, como forma de potencializar a formação profissional e, consequentemente, a inserção no mercado de trabalho. A capacitação é voltada para pessoas que necessitam de conhecimentos básicos sobre novas tecnologias ampliando a oportunidade de empregabilidade, principalmente para os comerciários que trabalham no entorno do centro. Serão ofertadas 1200 vagas nos turnos manhã, tarde e noite. A carga horária é de 60h/a.

Já a Qualificação Especializada em TI é uma oportunidade para aqueles que procuram complementação para uma formação específica. Serão cinco cursos de qualificação avançada em TI: PHP, Design Gráfico, Java, Linux Avançado e Conectividade e Segurança da Informação. Após a formação específica, os alunos também participarão de um módulo de Empreendedoris. A formação é voltada, principalmente, aos jovens oriundos do Programa E-jovem e alunos das Escolas Estaduais de Ensino Profissional (EEEP). Serão ofertadas 324 vagas nos turnos tarde e noite, totalizando 120 h/a.

As aulas da UTD iniciaram dia 23 de abril, com sete turmas do curso de formação em Iniciação Digital. Somente neste primeiro trimestre de funcionamento serão ofertadas cerca de 400 vagas.

Para estudar na UTD, o estudante deve ser alfabetizado e ter idade a partir de 16 anos. Para a formação de Qualificação Especializada em TI o aluno deverá ter conhecimentos comprovados em informática.

Serviço: A UTD fica na Rua Major Facundo, 500, 10º ao 13º andar, Centro. Mais informações pelos telefones (85) 3101-6466, 3101-6456 ou 3101-6433 e no www.sct.ce.gov.br.

16.05.2012
Assessoria de Imprensa da Secitece
Simplícia Sinibaldi ( simplicia.sinibaldi@sct.ce.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. / 85 8724.2435 - 8833.3217)

http://www.ceara.gov.br/index.php/sala-de-imprensa/noticias/5835-governador-cid-gomes-inaugura-universidade-do-trabalho-digital-nesta-quinta-feira-17

domingo, 13 de maio de 2012

AVA Ambiente Virtual de Aprendizagem

AVA › Etapas para elaboração de Curso Online


Etapas para elaboração de Curso Online

1 - Acessar o curso exemplo com as informações enviadas por nossa equipe. Nesse prmeiro, momento o perfil é de aluno, ou seja, você fará o mesmo percurso de seu futuro aluno. O objetivo é que seja observada a estrutura de Unidades Temáticas, os exercícios propostos e a metodologia do Ambiente Virtual de Aprendizagem;

2 - Será enviado o Plano Didático a fim de nossa equipe possa estruturar o curso no AVA. Neste documento, estão contidas as informações básicas do curso. Após essa etapa, o curso será estruturado e o seu acesso será feito com o perfil de professor ao respectivo curso. Acompanhar todas as atualizações do seu curso no processo de desenvolvimento;

3 - Envio dos ppts por Unidade Temática para nossa análise para que, em seguida, sejam encaminhadas as orientações para gravação do áudio nos ppts (observar atentamente todas as orientações). Gravar um material exemplo e enviar para que possamos avaliar a qualidade do áudio;

4 - O ppt com os áudios gravados deverão ser enviados por email, em CD através dos correios ou, então, pessoalmente através de contato prévio;  

5 - Edição dos áudios pela nossa Equipe;

6 - Envio de Materiais de Apoio por Unidade Temática (links para sites, videos do youtube, referências bibliográficas, artigos...) e apostila que o aluno poderá guardar após finalizar o curso.

7 - Elaboração das atividades individualizadas por Unidade Temática (parte das atividades fechadas com questões múltipla escolha o que automatiza as correções e outra parte com questões discursivas - exemplo estudo de caso - o que necessitará de correções feitas pelo professor. É importante que todas as atividades venham com o gabarito comentado para que o aluno saiba porque errou;

8 - Testes de navegação e ajustes finais;

9 - Lançamento do curso.

sábado, 12 de maio de 2012

Jornal e Educação: Educação e Mudança

Jornal e Educação: Educação e Mudança: Em sua obra Educação e Mudança , Paulo Freire apresenta dez características para a construção de uma consciência crítica das pessoas: 1...

Jornal e Educação: Educador quer redes sociais no currículo escolar

Jornal e Educação: Educador quer redes sociais no currículo escolar: As redes sociais, como o Twitter , o YouTube e o Flickr , podem – e devem – entrar nas salas de aulas como ferramentas de uso pedagógico, n...

Ambientes virtuais de aprendizagem


Os ambientes virtuais de aprendizagem podem oferecer várias vantagens para a modalidade EAD. Uma vez que estes passam a ser utilizados, os benefícios são enormes. São infindáveis os recursos oferecidos pelas ferramentas, desde um simples texto a algo mais interativo como bate papos on-line ou videoconferências.
O sistema Moodle foi idealizado no início da década de 90, por Martin Dougiamas na Austrália. Na época, Martin conhecia muitas pessoas, em escolas e instituições grandes e pequenas, que gostariam de fazer melhor uso da Internet, mas não sabiam como iniciar devido à grande quantidade de ferramentas tecnológicas e pedagógicas existentes. Ele gostaria de proporcionar a essas pessoas uma alternativa gratuita e livre, que pudesse introduzi-los ao universo on-line, foi então que ele inventou o Moodle.
Desde então essa ferramenta passou por várias mudanças e hoje em dia, ela é usada não só por universidades, mas em escolas de ensino médio, escolas primárias, organizações, companhias privadas e por professores independentes no mundo inteiro.
Sem sombra de dúvidas essa maravilhosa ferramenta nos trouxe grandes possibilidades, uma delas: a de estarmos juntos neste mesmo ‘ambiente’, participando de forma coletiva do curso de Filosofia da UAPI. Viva o Moodle!




Por Jeremias Antonio de Carvalho


Ambientes virtuais e aprendizagem - AVA


Os ambiente virtuais de aprendizagem são ferramentas importantíssimas no auxílio do aprendizado, pois podem gerar em espaços na internet aulas que podem ser vistas de qualquer lugar, além de fornecer suporte para a postagem de textos e outros mecanismos que auxiliem no ensino, sendo dessa forma indispensável à EaD (Educação à Distância). Podem ser usados para completar aulas presenciais. São exemplos de AVA's: Socrates, Moodle, SOLAR.

Os ambientes virtuais de aprendizagem também integram diversas ferramentas da Internet que vêm ao seu auxílio. Sites de relacionamento e comunidades online podem ser ambientes virtuais de aprendizagem, entretanto, como seus fins podem ser os mais diversos, é interessante que seus propósitos sejam plenamente educacionais. E-mails, fóruns, conferências, bate-papos, arquivos de textos, wikis, blogs, são exemplos de ferramentas que auxiliam na aprendizagem virtual, podem, através desses ambientes, ser enviados textos, vídeos e links que ajudam bastante no ensino.


Todo o ambiente virtual é um ambiente de aprendizagem.O ambiente virtual é um espaço fecundo de significação onde seres humanos e objetos técnicos interagem, potencializando, assim, a construção de conhecimentos, logo, a aprendizagem. (Edméa Santos, 2002)


Ambientes digitais de aprendizagem são sistemas computacionais disponíveis na internet, destinados ao suporte de atividades mediadas pelas tecnologias de informação e comunicação. Permitem integrar múltiplas mídias, linguagens e recursos, apresentar informações de maneira organizada, desenvolver interações entre pessoas e objetos de conhecimento, elaborar e socializar produções tendo em vista atingir determinados objetivos. (Educação a distância na internet - Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida)





quinta-feira, 10 de maio de 2012

Como usar um blog como ferramenta educacional


Como usar um blog como ferramenta educacional


            Para que os indivíduos colaborar coletivamente e favorecer a construção do conhecimento novo, o blog é um espaço ideal, pois ele permite o diálogo, a discussão, o contato, a interação entre os colaboradores, pressupondo que dois ou mais indivíduos trabalhem conjuntamente trocando ideias e experiências entre si. Conforme o criador do termo Tim O’Reilly, definiu em um post publicado em seu blog, em 2006, como:
Uma mudança para uma internet como plataforma, e o entendimento das regras para esta nova plataforma. Entre outras, a regra mais importante é desenvolver aplicativos que aproveitem os efeitos da rede para se tornarem melhores quanto mais são usados pelas pessoas, aproveitando a Inteligência Coletiva.
            Web 2.0 World Wide Web (www) equivale à segunda geração da internet, como sinônimo de um novo olhar sobre o potencial inovador da mesma, pois, ela representa um ambiente mais interativo, possibilitando aos usuários opinar, criar arquivos digitais, obter retorno dessa interatividade, de modo que tudo fica arquivado online e todos tenham acesso.
             Enquanto que a Web 1.0 a primeira geração, os conteúdos expostos na rede eram estático, os quais permitiam aos usuários da internet somente observar e ler os arquivos, mediante a autorização por e-mail. Com a web 2.0 qualquer pessoa com mínimas habilidades pode postar arquivos seja eles vídeos, textos imagens, etc. nos blogs.
            Todavia, vale ressaltar aos pesquisadores que se lance um olhar crítico e busque, face às teorias e práticas pedagógicas, o bom uso do computador e da internet na escola. Pois, o mesmo só será uma excelente ferramenta, se houver a consciência de que possibilitará mais rapidamente o acesso ao conhecimento e não, somente, utilizado como uma máquina de escrever, de entretenimento, de armazenagem de dados.
            Desse modo, urge usá-lo como tecnologia a favor de uma educação mais dinâmica, como auxiliadora de professores e alunos, para uma aprendizagem mais consistente, não perdendo de vista que o computador deve ter um uso adequado e significativo, pois Informática Educativa nada tem a ver com aulas de computação.
            De acordo com Mason (1998, p.275, apud OKADA, 2003) os ambientes de aprendizagem online podem ser classificados em três tipos:
a) Ambiente instrucionista: ambiente centrado no conteúdo – que pode ser impresso – e no suporte que são tutoriais ou formulários enviados por e-mail. A interação é mínima e a participação online do estudante é praticamente individual.
b) Ambiente interativo: ambiente centrado na interação online, onde a participação é essencial no curso. O objetivo é atender também as expectativas dos participantes. Nesse ambiente ocorre muita discussão e reflexão.
c) Ambiente cooperativo: ambiente cujos objetivos são o trabalho colaborativo e a participação online. Existe muita interação entre os participantes por meio da comunicação online, construção de pesquisas, descobertas de novos desafios e soluções.
            Os ambientes cooperativos disponibilizados pela Web 2.0 apresentam uma série de vantagens. Dentre elas destacam-se: formação do pensamento crítico através da discussão; promoção da familiaridade entre professores e alunos, assim como, entre uns com os outros; desenvolvimento de habilidades de comunicação, estímulo à formação de equipe para solucionar problemas.
            E com isso, esse trabalho pretende enfatizar a importância desses ambientes, pois eles representam um grande trunfo no processo de ensino e aprendizagem, uma vez que possibilita a troca de ideias e experiências coletivamente, favorecendo a construção do conhecimento.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

indicação de sites

http://www.moodle.ufscar.br/file.php/1/moddata/resource/6/13/index.html

http://ava.ufrj.br/index.php/guia-para-professores/forum

[PDF] 

A MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA EM FÓRUNS DE DISCUSSÃO NOS ...

seer.ufrgs.br/renote/article/download/15197/896

http://www.doceshop.com.br/blog/forum-corporativo-nosso-blog-agora-tem-forum-de-discussao/


Fórum corporativo: nosso blog agora tem fórum de discussão

 Troque ideias com os membros do fórum.

Que tal debater assuntos relevantes ao seu dia-a-dia com gente como a gente? Torne-se um membro do nosso fórum corporativo e aumente sua rede de contatos.

Este blog tem se tornado um centro de informações e estímulo a fim de promover a troca de ideias entre autores, leitores e usuários empreendedores, buscando a melhoria contínua.
Diagrama blog
Até agora tenho sido o ponto de contato, na tentativa de sanar dúvidas e compartilhar informações valiosas. Porém, os e-mails e comentários se avolumam tanto que não consigo mais atender a todos.
O modelo básico de como as informações têm fluído, utilizando nosso blog, é melhor representada pela imagem acima. Essa estrutura foi boa até certo momento. O que ocorre agora é:
  • Perguntas em duplicidade dos leitores
  • A dúvida de um  é às vezes a resposta do outro
  • Demora em conseguir um conteúdo específico
  • Tendência apenas à comunicação bidirecional
A força oculta da comunidade do blog
Acredito ser este o momento para ampliar nossos contatos, aproveitando nossa turma do blog, que já conta com mais de 10.000 assinantes, a qual possui um grande potencial de troca entre seus próprios membros.
Nosso blog é frequentado por:
  • Empresários de variados ramos
  • Excelentes consultores
  • Advogados de várias áreas
  • Experientes contadores
  • Estudantes de marketing, administração…
  • Empreendedores do mundo real e virtual
  • Pessoas iniciando seu negócio próprio
  • Professores universitários
  • Palestrantes renomados
É evidente que as respostas aos que me enviam e-mails em busca de novas ideias e soluções, também residem nas pessoas aqui mesmo envolvidas, na nossa comunidade.
Os insights e informações guardadas em nosso grupo são tesouros que vão muito além do que posso oferecer sozinho. Pensando em ampliar o network, criamos nosso Fórum Corporativo, em que você deve criar seu perfil, apresentar-se e começar a conversar. Exatamente como fazemos em tantas feiras, convenções, encontros e B2Bs. Diagrama fórum
Por que utilizar um fórum corporativo?
A principal diferença entre o blog e o fórum é que neste último você pode criar seu perfil, inserir seus dados e sua foto. Assim promovemos a apresentação entre os membros. Muito importante para facilitar a aproximação e o relacionamento, o primeiro passo para:
  • Compartilhar dúvidas, ideias e conselhos
  • Oferecer o seu serviço, como especialista.
  • Promover o negócio, fazendo seu merchã.
  • Ter um local de apoio para a busca de soluções.
  • Oferecer seu produto como solução de problemas.
Vá agora mesmo ao nosso Fórum Corporativo, registre-se e crie seu perfil. Afinal, ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar. Não é mesmo?